quarta-feira, 30 de setembro de 2015

quinta-feira, 14 de maio de 2015

sábado, 7 de março de 2015

Os Maias, de Eça de Queirós - Os empréstimos - Portugal na banca-rota

Eça de Queirós
Os empréstimos em Portugal constituíam hoje uma das fontes de receita, tão regular, tão indispensável, tão sabida como o imposto. A única ocupação mesmo dos ministérios era esta - cobrar o imposto e fazer o empréstimo. E assim se havia de continuar...
Carlos não entendia de finanças: mas parecia-lhe que, desse modo, opaís ia alegremente e lindamente para a banca-rota.
- Num galopesinho muito seguro e muito a direito, disse o Cohen, sorrindo. Ah, sobre isso, ninguém tem ilusões, meu caro senhor. Nem os próprios ministros da fazenda!... A banca-rota é inevitável: é como quem faz uma soma...
Os Maias, Cap. VI
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Os Maias é uma obra de leitura descontínua e parcial. O próprio Eça de Queirós assim o recomenda a Oliveira Martins: «Recomendo-te as cem primeiras páginas; certa ida a Sintra; as corridas; o desafio; a cena no jornal A Tarde; e, sobretudo, o sarau literário. Basta ler isso, e já não é pouco. Indico-te, para não andares a procurar através daquele imenso maço de prosa» (carta de 12 de junho de 1888).
Fonte

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

sábado, 14 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015